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Parque da Penha on Flickr.

GUIMARÃES (Portugal): Parque da Penha.

O Parque da Penha ergue-se acima dos 500 m e integra a Reserva Ecológica Nacional, constituindo uma grande área verde da cidade de Guimarães.
Encontra-se localizado geograficamente a sudeste da cidade de Guimarães e possui uma área natural, com cerca de 50 hectares com uma flora e fauna muito diversificadas, grutas, ermidas, miradouros e percursos pedestres.

info: www.guimaraesturismo.com/pages/155?geo_article_id=129

Parque da Penha on Flickr.

GUIMARÃES (Portugal): Parque da Penha.

O Parque da Penha ergue-se acima dos 500 m e integra a Reserva Ecológica Nacional, constituindo uma grande área verde da cidade de Guimarães.

Encontra-se localizado geograficamente a sudeste da cidade de Guimarães e possui uma área natural, com cerca de 50 hectares com uma flora e fauna muito diversificadas, grutas, ermidas, miradouros e percursos pedestres.

info: www.guimaraesturismo.com/pages/155?geo_article_id=129

Convento de Santa Marinha da Costa on Flickr.

GUIMARÃES (Portugal): Convento de Santa Marinha da Costa.

Este local tem antigos vestígios de um templo pré-românico. No entanto, segundo a tradição, o convento foi fundado em 1154, pela rainha D. Mafalda, mulher de D. Afonso Henriques, que o doou aos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho. Em 1528 esta ordem religiosa foi substituída pelos monges de S. Jerónimo. A anteceder o templo existe um escadório da segunda metade do séc. XVIII, e, subindo-o, chegamos à igreja, de fachada rococó, em cujo interior existe um notável conjunto de esculturas religiosas. A abóbada da capela-mor, de estilo renascença é em granito. O risco da caixa do órgão, balaustrada e oratório do coro, rococós, dourados e pintados numa imitação de mármore, são atribuídos a Frei José de Santo António Vilaça. O cadeiral da capela-mor, de bela talha neo-clássica de meados do séc. XIX é atribuída ao italiano Luís Chiari enquanto que o cadeiral do coro dos finais do séc. XVIII, foi desenhado pelo arquitecto Carlos Cruz Amarante. Este edifício possui também azulejos de tapete (séc. XVII), e azulejos historiados que tornaram famosa a Varanda de Frei Jerónimo. A parte conventual, após um incêndio que a danificou profundamente, em 1951, sofreu um restauro e está actualmente transformada em Pousada.

info: www.guimaraesturismo.com/pages/154?geo_article_id=120

Paço dos Duques de Bragança on Flickr.

GUIMARÃES (Portugal): Paço dos Duques de Bragança.

O Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, é uma das construções senhoriais mais surpreendentes do século XV. Este edifício destinado a habitação já não se encontra agregado a muralhas nem dentro de nenhuma estrutura defensiva.O estado de degradação a que chegou obrigou a uma profunda intervenção por parte da Direção-Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais, tendo sofrido uma profunda alteração, em consequência da qual se encontra hoje em grande parte reconstruído. No entanto, é possível afirmar que este edifício tem uma planta quadrangular, com cerca de 60 metros de largura, um pátio central e torres em cada um dos ângulos. Toda a vida do palácio era organizada nos quatro corpos edificados em redor do pátio central.

A fachada posterior é aquela que melhor se conserva, estando as restantes muito renovadas. No interior a arcaria é toda nova, tornando-se, por isso, difícil saber qual seria o seu aspeto primitivo.

Desconhece-se a autoria do projeto deste palácio. Em 1460 aparece documentado o trabalho de um mestre pedreiro de nome Anton, de origem francesa e a residir na cidade de Guimarães. Mas nada nos pode levar a afirmar que o traçado da moradia do Infante D. Afonso seja da sua autoria. Como a estrutura do edifício não segue a tradição portuguesa e como o encomendante - D. Afonso, filho natural de D. João I, 8.o conde de Barcelos e 1.o duque de Bragança - foi um dos homens mais ricos de Portugal e um dos mais cultos e viajados do seu tempo, podemos tomar quase como certo que o traçado do edifício terá sido importado do estrangeiro, eventualmente de França, onde existem as tipologias mais próximas da deste palácio.

info: www.infopedia.pt/$paco-dos-duques-

Castelo de Guimarães on Flickr.

GUIMARÃES (Portugal): Castelo de Guimarães.

Este castelo está intimamente relacionado com a fundação da nacionalidade.Segundo a tradição para lá terão ido viver os progenitores daquele que viria a consagrar-se primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques; reza também a tradição que ele aqui terá nascido e vivido mesmo depois da fundação da nacionalidade. Eleva-se assim como um dos elementos mais simbólicos do património arquitectónico português.

O “Castelo de São Mamede”, denominação inicial, foi mandado construir na segunda metade do século X pela Condessa Mumadona Dias na sua propriedade de Vimaranes, para defesa do povoado, à volta do qual cresce um núcleo populacional. Em 968 já se encontrava terminado. Nos finais do século XI este é modificado e aumentado pelo Conde D. Henrique constituindo a sua residência.

O edifício que hoje podemos visitar destaca-se pela forma como se implanta no terreno, maciço rochoso, e dele tira partido.

info: www.guiadacidade.pt/pt/poi-castelo-de-guimaraes-13944

Igreja de São Miguel do Castelo on Flickr.

GUIMARÃES (Portugal): Igreja de São Miguel do Castelo.

Uma corrente historiográfica nacionalista, e que ideologicamente prolongou o Romantismo do século XIX, perpetuou a lenda de que foi nesta capela de São Miguel do Castelo que teve lugar o baptismo de D. Afonso Henriques. Esta perspectiva visava relacionar directamente o monumento com um facto histórico, tão ao gosto de uma visão politicamente comprometida, em que as obras de arte apareciam como cenário da História. Esta mesma lenda, ao exaltar a ancestralidade da igreja, recuava também a datação do templo que actualmente subsiste. Por esta via, a tardo-românica capela de São Miguel teria feito parte do primitivo complexo palatino de D. Mumadona Dias, na viragem do século IX para o X, e teria permanecido como principal templo da Guimarães condal, ao tempo de D. Henrique e de D. Teresa.

Afastada esta linha de interpretação, a actual igreja de São Miguel do Castelo é um edifício do século XIII, construído durante as primeiras três décadas desta centúria e em condições particularmente difíceis para os seus promotores. Longe de qualquer época de pretenso esplendor condal, a sua edificação aconteceu por iniciativa da Colegiada de Guimarães, aquando da querela que colocou frente a frente esta instituição e o poderoso Arcebispo de Braga, contencioso que levou mesmo ao confronto armado entre as duas partes (GRAF, 1986, vol. I, p.157). A construção da igreja justificou-se pela necessidade da Colegiada em dispor de um templo, decisão que escapou à autoridade do titular de Braga.

Estilisticamente, o edifício parece confirmar esse estatuto secundário. Manuel Monteiro, um dos nossos principais estudiosos da Arte Românica, ao realçar a simplicidade da capela, concluiu que se trataria de uma construção, em certa medida, ilegal. Aparelho de silhares pouco cuidados, quase total ausência de decoração, aspecto demasiado compacto dos muros, iluminação escassa, proporcionada por estreitas frestas, e planta muito simples, composta unicamente por nave única e capela-mor justaposta, são indicadores desse carácter ilegal, à margem da acção promotora e normalizadora do arcebispado de Braga.

Tal facto, contudo, não impediu que o templo tenha sido sagrado pelo próprio Arcebispo, em 1239, data que evidencia o seu avançado estádio estilístico, numa altura em que o Gótico começava a despontar por todo o país e em que o Românico se preparava para ser uma linguagem artística de resistência, cantonada, preferencialmente, nas regiões do Interior Norte.

Em ruína quase total na década de 70 do século XIX, uma comissão de habitantes notáveis de Guimarães, reunidos em torno da Sociedade Martins Sarmento, procedeu a uma acção de restauro, que manteve as características essenciais que a igreja adquiriu ao longo da época moderna. Já no século XX, a DGEMN empreendeu aqui uma das suas primeiras acções de restauro, de acordo com as teorias de unidade de estilo então em voga. Todas os elementos não-medievais da igreja foram suprimidos, especialmente os altares barrocos da nave. De entre as numerosas obras então efectuadas, salienta-se ainda a supressão do campanário, o entaipamento de portas e de janelas aleatoriamente abertas no século XIX, ou a colocação dos modilhões que suportam o tímpano do portal principal.

Na actualidade, a capela de São Miguel integra-se num dos mais importantes conjuntos monumentais do país, no mesmo núcleo que o Castelo de Guimarães e o Paço dos Duques de Bragança, este último um Serviço Dependente do IPPAR responsável pela gestão de todo este complexo monumental.

PAF

info: www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo…

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