Imponente construção apalaçada, final do século XIX de estilo brasileiro, que se desdobra em rés-do-chão, primeiro andar e águas furtadas. A fachada exterior está coberta por azulejos de tonalidade esverdeada e a platibanda recortada, coroada de cráteras em granito, com um guerreiro romano, em faiança branca a ocupar a parte central.
O importante claustro gótico foi começado nos fins do séc. XIV. Apresenta sete grandes painéis de azulejos (segundo quartel do séc. XVIII), com cenas do “Cântico dos Cânticos”, em referência ao diálogo místico entre Deus e a Virgem, padroeira da Catedral.
O Laboratorio Chimico, mandado edificar pelo Marquês de Pombal, em 1772, foi o primeiro laboratório para o ensino e investigação da química em Portugal e é um dos mais antigos de Portugal. Foi alvo de uma importante intervenção de restauro, para vir a acolher o Museu da Ciência. O projeto é da autoria dos arquitetos João Mendes Ribeiro, Desirée Pedro e Carlos Antunes.
Atualmente, instalado no Laboratorio Chimico da Universidade de Coimbra, funciona o Museu da Ciência. Foi inaugurado no dia 5 de Dezembro de 2006. A exposição permanente, Segredos da Luz e da Matéria, é uma exposição interativa de ciência para um público de todas as idades.
No altar-mor é venerada a imagem da Virgen del Coro, padroeira da cidade. São Sebastião também está presente na tela do altar e numa escultura na fachada.
Com o fim da Guerra da Restauração (1640-1668), foi um dos quatro fortins edificados no litoral entre Caminha e Viana do Castelo com o objetivo de reforçar a defesa da costa atlântica do Alto Minho, vulnerável a um possível ataque da Armada espanhola. Os demais foram o Forte de Montedor em Carreço, e os fortes do Cão e de Lagarteira em Vila Praia de Âncora. Estes somavam-se ao Forte da Ínsua, construído durante aquele conflito para defesa da barra sul do rio Minho.
Esta Basílica, dedicada à Santíssima Trindade, com 8.633[9] lugares sentados e 40.000 m², uma obra da autoria do arquitecto grego Alexandros Tombazis. Foi inaugurada em 12 de Outubro de 2007, pelo Secretário de Estado do Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, por ocasião do 90.º aniversário das aparições.
Trata-se do quarto maior templo católico do mundo em capacidade, tendo sido integralmente pago com dádivas dos peregrinos ao longo dos anos. A decoração é inspirada na arte bizantina e ortodoxa. A planta é circular por fora e quadrangular por dentro, existindo 12 portas laterais (uma dedicada a cada um dos Apóstolos) e uma grande porta central, a Porta de Cristo.